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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Coluna FC - @FCGloboEsporte - 15.07.2013

Ano 2 - Edição nº 274 - Blog Fã-Clube Globo Esporte. Está no ar, mais uma:
"Furacão Carol" na Arena: beijo no pai, sofrimento durante o jogo, e até pedido de casamento da geral: 

Quando Carolina Portaluppi rompeu no gramado da Arena para assistir ao treino do time de seu pai na sexta-feira, não passou de uma brisa. E isso já foi um furor. Mas o furacão mesmo veio no domingo, dia da estreia de Renato Gaúcho no novo estádio do clube em que é o maior ídolo. E lá estava ela, Carol. Sim, Carol. A sintonia entre gremistas e a sua nova musa é tamanha que já permite tal intimidade. Mais do que isso: cabe até pedido de casamento, que, aliado ao sofrimento nos camarotes e apoio irrestrito ao treinador, fez da jovem de 19 anos o maior craque do 2 a 1 sobre o Botafogo, pela sétima rodada do Brasileiro.

Mas o roteiro começou muito antes de a bola rolar. Porque não basta ser filha, tem de participar. Zelosa, esperou o imponente ônibus da Arena invadir o estádio só para dar um abraço e um beijo em Renato. Era a sua dose de "boa sorte".

- Bom jogo, pai - desejou, simples, direta e, acima de tudo, sincera. No camarote, mas com o espírito da geral.

Além dela, dois irmãos e um sobrinho, vindos de Bento Gonçalves, apoiaram "in loco" o parente ilustre. Mas, convenhamos, a estrela é Carol. Embora o desejo de assistir ao jogo do espaço da geral - setor mais popular da Arena -, Carol atendeu os anseios do pai e optou por uma acomodação mais confortável, nos camarotes, ao lado do empresário de Renato, Gerson Oldenburg. Mesmo longe da fatia mais agitada do estádio, Carol improvisou. Além da camiseta que trajava, uma sugestiva camisa 7, alusiva ao número imortalizado pelo pai quando campeão de mundo em 1983, ela levava outro manto tricolor nas mãos. A cada lance de perigo ou iminência de gol, ensaiava se levantar da estofada cadeira azul para balançar a camiseta, embalada pelas canções de apoio da geral.

Se Carol gosta da geral, a Arena inteira ficou de joelhos para a filha do ídolo máximo. Tanto que, do meio do anel inferior, surgem três placas: "Carol Portaluppi, casa comigo... e comigo também". Pobre Carol, não pode agradar a todos. Ao menos esses três pretendentes parecem cumprir os dois requisitos básicos, anunciados por ele em meio ao frenesi do treino de sexta:

- Hoje estou solteira, encalhada (risos). Mas meu futuro marido tem que ser gaúcho. E gremista, claro, se não nem entra lá em casa. Por falar em casa, a Arena é o seu segundo lar. Identificação imediata. E não só isso. Virou pé-quente também. Bem diferente da final do Gauchão de 2011, quando acompanhou a decisão dos pênaltis contra o Inter ao lado do pai, à beira do gramado. Não teve sorte. Desta vez, sorriu. Sem antes sofrer muito com a pressão do então líder do campeonato até o último minuto dos intermináveis acréscimos de Paulo César Oliveira.

- Quase morri - disse ela, sorrindo como os outros 30 mil gremistas satisfeitos com os três pontos.

- Minha filha está aí e mostrou que é pé-quente. Falei para ela que, se perdêssemos, ela não voltava mais - brincou Renato. (Fonte: globoesporte.com).

MOSAICO - Carol portaluppi na arena do grêmio (Foto: Wesley Santos / Press Digital)
(Foto - reprodução: globoesporte.com).

sábado, 13 de julho de 2013

Coluna FC - @FCGloboEsporte - 13.07.2013

Ano 2 - Edição nº 273 - Blog Fã-Clube Globo Esporte. Está no ar, mais uma: 
Wesley faz gol, dá assistências e garante 4x1 para o Verdão contra o ABC, na volta ao Pacaembu: 

Desde 14 de maio, quando o time foi eliminado da Libertadores em derrota para o Tijuana, o torcedor palmeirense não via seu clube no Pacaembu. E nesta sexta-feira (12 de julho), na volta da equipe à capital, assistiu a algo inédito: diante do ABC, dono da pior campanha na Série B do Brasileiro, Wesley marcou seu primeiro gol pelo Verdão e participou de outros dois gols na vitória por 4 a 1 que faz o time terminar a noite na vice-liderança. Wesley foi decisivo repetindo o que Charles fez nos 4 a 0 sobre o Oeste no sábado, aproveitando os espaços e as jogadas criadas com a movimentação do trio ofensivo formado por Valdivia, Leandro e Vinicius. O camisa 11 garantiu os três pontos à equipe ainda no primeiro tempo.

Aos 19 minutos, Valdivia executou desarme no campo de defesa e foi até a área adversária para tocar para Leandro que, da meia-lua, viu Wesley chegar de trás sem marcação de trás, com tranquilidade para desencantar no Verdão após 33 jogos. Quatro minutos depois, o volante recebeu e ajeitou para Luis Felipe ver seu cruzamento virar um golaço. Depois do intervalo, Wesley ainda lançou para Charles entrar livre na área e só ser derrubado com falta, sofrendo pênalti que Vinicius converteu aos 17 minutos. Aos 30 minutos, Serginho também desencantou, e, com uma linda finalização para encobrir o goleiro, fez seu primeiro gol pela equipe e transformou o triunfo em goleada. O gol de honra do ABC de Gilcimar, no último lance, de nada adiantou.

O clube atingiu 18 pontos e fica em segundo lugar na Série B, ao menos, até este sábado (13). Se o Joinville, em casa, não vencer a líder Chapecoense, que tem um ponto a mais do que o Palmeiras, o Verdão termina a oitava rodada na vice-liderança. No dia 20, o Palmeiras visita o Figueirense, às 16h20 (de Brasília). No mesmo dia, mas às 21 horas, o ABC recebe o Joinville no Frasqueirão, em Natal (RN), na tentativa de melhorar sua péssima campanha – em oito rodadas, foram seis derrotas e dois empates, sendo o clube o único participante do torneio a não ter vencido nenhum jogo até agora.

O jogo – Desde o início de sua passagem pelo Palmeiras, Gilson Kleina só mexe em time que vence no caso de lesões e suspensões, e ele repetiu essa estratégia diante do lanterna na Segundona. Mas a formação com três volantes não significou uma supremacia nos minutos iniciais do confronto.

Com um bloco de seis jogadores envolvendo os trio ofensivo do Verdão para marcá-lo e impondo pressão na zaga que voltou a mostrar insegurança com André Luiz, o clube de Natal levou perigo nos primeiros dez minutos, exigindo boa defesa de Fernando Prass e deixando a torcida alviverde apreensiva com um chute que passou rente à trave do camisa 25. O Palmeiras, então, mostrou empenho e humildade para, mesmo como anfitrião e contra a pior equipe da segunda divisão nacional, recuar com o time todo até seu campo. O primeiro resultado da postura, que buscava se aproveitar da melhor condição física palmeirense para ser letal no contra-ataque, foi jogada de Vinicius que Wesley isolou aos dez minutos.

Aos 14 minutos, Valdivia personificou a postura honesta do time, roubando a bola no campo de defesa e levando até a área, de onde tocou para Leandro rolar para Wesley, em mais uma jogada vindo de trás, ser, pela primeira vez no Palmeiras, eficiente em uma finalização, abrindo o placar. O ABC percebeu que se empolgou demais, mas não teve tempo nem qualidade para se recompor. E ainda faltou sorte. Aos 21 minutos, Leandro, praticamente debaixo do gol, desviou cruzamento para fora. Mas, aos 23, Wesley rolou para Luis Felipe cruzar, e o que era para ser um passe do lateral direito se tornou um forte chute que balançou as redes do ABC.

Com vantagem no placar, o Verdão pôde controlar o confronto com calma, de maneira tão tranquila que reacendeu o visitante. No início do segundo tempo, Prass teve que trabalhar para evitar o gol potiguar. Até que Wesley reapareceu de novo, dessa vez, aos 17 minutos, lançando para Charles entrar livre na área e ser derrubado com falta. A torcida pediu que Valdivia batesse, mas foi Vinicius quem cobrou deslocando o goleiro. Quando os torcedores já preparavam o grito de “olé”, Serginho, que tinha saído do banco de reservas pouco antes, teve liberdade para dominar na frente do goleiro e mostrar qualidade encobrindo o adversário, fazendo a bola cair mansamente nas redes. O “olé” no Pacaembu, então, se confirmou, apenas à espera do apito final da segunda goleada seguida do Palmeiras na Série B do Brasileiro. O gol de Gilcimar, no último lance, não serviu para estragar a festa. (Fonte: FoxSports).